Não existe resposta única: o GN é cobrado por m³ na fatura da concessionária e o GLP por quilo/botijão, e os dois têm poderes caloríficos diferentes. Para a maioria dos usos residenciais contínuos em SP, o gás natural tende a ser competitivo — mas a conta certa depende do seu consumo e das tarifas vigentes.
GN e GLP são medidos e cobrados de formas diferentes: o gás natural vem por m³ na fatura mensal; o GLP, por botijão (P13) ou por quilo na central. E o GLP tem maior poder calorífico por unidade — 1 kg de GLP rende mais calor que 1 m³ de GN.
Ou seja: comparar 'preço do botijão' com 'preço do m³' diretamente engana. A comparação correta converte tudo para custo por energia útil (quanto custa aquecer a mesma água, cozinhar a mesma comida).

A favor do GN: fornecimento contínuo sem estoque nem troca, fatura mensal pós-uso, praticidade em prédios (onde o botijão é restrito por lei em SP desde 1987) e tarifas que costumam ser competitivas no uso contínuo. A favor do GLP: disponibilidade onde não há rede, instalação inicial mais simples em casas, e rendimento calorífico maior por unidade.
Preços de botijão variam por revenda e região, e as tarifas de GN mudam por faixa de consumo — por isso não fixamos números aqui: confira os valores vigentes na sua conta e na sua revenda ao fazer a conta.
Consumo alto e contínuo (aquecedor de água, família grande, comércio) tende a favorecer o GN onde há rede — sem logística de troca e com fatura pós-uso. Consumo baixo (só fogão, casa de uma pessoa) muitas vezes fica bem servido com GLP.
Em condomínios, entra ainda a individualização: medir o consumo de cada unidade costuma reduzir o desperdício e a briga de rateio.
Se a rede de GN passa na sua rua e seu consumo é relevante, vale pedir a avaliação: a conversão envolve adequação da instalação, conversão de aparelhos (injetores e regulagem) e o processo junto à concessionária — custos 'a partir de', definidos após avaliação técnica.
Fazemos a conta com você: consumo atual, tarifa aplicável e custo da conversão, para a decisão sair do 'achismo' e ir para o papel. Cada caso é um caso.
Por unidade, sim (maior poder calorífico por kg) — mas o que decide é o custo por energia útil com as tarifas vigentes.
Em muitos prédios de SP o botijão é restrito por lei desde 1987; a escolha real costuma existir em casas e comércios.
Depende da instalação e dos aparelhos. Valor 'a partir de', definido após avaliação técnica.
Sim — consumo, tarifas e custo de conversão, com recomendação transparente.
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